& c o n t e n i d o = U n a   s o l u c i  n   s e   e n c u e n t r a   c o m p u e s t a   p o r   e l   s o l u t o   y   e l   s o l v e n t e ,   l o s   c u a l e s   s o n   l o s   c o m p o n e n t e s   d e   m e n o r   y   m a y o r   c a n t i d a d ,   r e s p e c t i v a m e n t e .   P a r a   s u   p r e p a r a c i  n   s e   a d i c i o n a   e l   s o l u t o   e n   e l   s o l v e n t e .   E n t r e   l o s   f a c t o r e s   q u e   p e r m i t e n   i n c r e m e n t a r   l a   v e l o c i d a d   d e   d i s o l u c i  n ,   s e   e n c u e n t r a n   l a   t e m p e r a t u r a   y   l a   a g i t a c i  n   d e   l a   m e z c l a ,   a s    c o m o   l a s   d i m e n s i o n e s   d e   l a s   p a r t  c u l a s   d e l   s o l u t o . 
 
 & t i t = C o m p o n e n t e s   d e   l a s   S o l u c i o n e s 
 
 & f l a = q u i m i c a 0 9 . s w f 